Conheça os artistas confirmados para o Lollapalooza 2018

Todo ano o Lollapalooza reúne milhares de pessoas no Autódromo de Interlagos para uma experiência de muita música com shows inesquecíveis e muita diversão.

(Imagem: Google)

Mas quem nunca viu o lineup do evento e pensou: “eu não conheço metade dessas bandas e cantores”?. Eu sei, eu sei, muitas pessoas passam por isso (e até quem vos escreve), mas hoje é o momento de deixar os preconceitos de lado (a preguiça também) e abrir seu coração para uma nova experiência musical.

Aproveitando que o evento acontece nos dias 23, 24 e 25 de Março desse ano, selecionei alguns (dentre os mais de 100) artistas que mais curti e que merecem uma chance de todos.

Vou começar com um estilo musical que eu sinceramente escuto bem pouco, quase nada na verdade, mas escutando todos esses Djs que estavam no lineup consegui até escolher os meus favoritos.

(Imagem: Google)

Meu top três começa com a Alison Wonderland, que não é a única mulher do mundo do EDM a tocar no festival, mas ó, a australiana não brinca em serviço. Violoncelista desde pequena, ela trabalhou e estudou para produzir sua própria música, e acabou se tornando uma produtora completa, criando um material repleto de batidas que passam no dubstep e vão ao electro house, sem deixar de usar elementos que a música pop moderna utiliza (e bomba!). Minhas tracks favoritas: Happy Place, Run e remix da música New Rules da Dua Lipa.

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Você provavelmente já escutou “High You Are” do What So Not em alguma festa, mas não sabe que é dele. O australiano Chris Emerson (também conhecido como Emoh Instead) tocava esse projeto junto com o Harley Edward (conhecido também como Flume), mas Flume acabou deixando o projeto, declarando que os dois estavam musicalmente tomando direções diferentes. Desde então o projeto é levado a diante apenas por Emoh. Se você curte um bom House Music, esse é o momento para começar a escutar What So Not. Minhas favoritas: High You Are, Feel It e Be Ok Again.

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O terceiro que fecha minha lista de EDM é o Cat Dealers, uma dupla brazuca que vem fazendo bastante sucesso. Os irmãos cariocas Lugui (Luiz Guilherme) e Pedrão (Pedro Henrique) misturam o deep house, nu-disco e brazillian bass em suas produções, fazendo com que a cada música a gente perceba que essa de fato, é a identidade musical da dupla. Não paro de ouvir: Calabria, Sunshine e Sober.

Aproveitando essa energia boa da música eletrônica, na sequência trago o popzão que também faz muita gente dançar por ai.

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Você provavelmente já ouviu falar da Zara Larsson, mas talvez nunca deu um Google para escutar o trabalho dela. Se você é uma pessoa que escuta rádio ou frequenta as festas noturnas da sua cidade, talvez você tenha escutado (e dançado) ao som dessa cantora e compositora. Zara venceu a versão sueca do Got Talent (Talent Show Talang) em 2008, e vem mostrando que tem um talento incrível. Suas músicas tem uma base clássica do pop, mesclando também com dance music. Só hino: Ain’t My Fault, Never Forget You e So Good.

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Desacelerando um pouquinho, venho aqui perguntar se vocês já escutaram as palavras de Oh Wonder. Essa dupla trás o melhor do indie pop, daqueles bem gostosinhos pra escutar quando você está relaxando ou provavelmente olhando através da janela do carro e se imaginando num clipe musical. Josephine e Anthony escrevem, gravam e produzem sozinhos esse projeto lindo em seu estúdio caseiro. O duo é de Londres e trás em suas músicas um pouco de jazz e R&B. Pra se imaginar em um clipe: Drive, Without You e Lose It.

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Pra fechar a seleção do pop, apresento-lhes esse mulherão carioca que é a Mahmundi (Marcella). Quando comecei a escutar as músicas dela no Spotify, fiquei em choque, porque olha: ela tem uma voz linda, as letras das músicas são lindas e a energia que te invade enquanto você escuta, é incrível. Quer mais? Além de um popzinho indie, algumas músicas trazem uma atmosfera oitentista que vai te fazer lembrar de quando você era pitititico e seus pais escutavam aquelas músicas do tempo deles (pelo menos comigo aconteceu). Pra viciar: Tarde em Itapuã, Azul e Imagem.

Você deve estar se perguntando: “ué, cadê o indie rock que tanto tem nesse tal de Lollapalooza?”, calma que o penúltimo gênero musical é ele mesmo.

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Primeiramente queria dizer como eu me iludo, quando digo “eu nunca ouvi, e não tenho vontade” e ai quando eu vejo, estou escutando (e amando). Então nada mais justo que começar indicando O Terno pra vocês. Esse aqui até que é famosinho, mas eu tenho certeza que a maioria pensou como eu há um tempinho atrás, mas chegou o momento de parar de evitar essa banda mara de indie rock brazuca. Juro que alguns instrumentais até me lembram os Beatles. Pra grudar na cabeça: Ai, Ai, Como Eu me Iludo, Culpa e Não Espero Mais.

(Imagem: Google)

Eu comentei em alguma rede social que a primeira música que eu escutei do Kaleo eu tomei um tiro. Se você gosta daquele vozeirão meio rouco cantando no pézinho do ouvido, pode começar a escutar essa banda agora. Kaleo é uma banda islandesa que trás um rock com influências do folk, blues e country. Abaixa que é tiro: Way Down We Go, All The Pretty Girls e Broken Bones.

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Essa dupla aqui vai te fazer ter um bom dia e levantar seu astral. Acredito que eles sejam meio famosinhos também. Pelo menos eu os conheço há mais ou menos uns três anos (e adoro). Clemens e Philipp compõem um duo harmônico, trazendo músicas bem gostosinhas para ouvir e dançar pelado pela casa. Brincadeira, mas se quiser, tá liberado. Milky Chance traz um pouco de rock, pop e folk, com influências do reggae e música eletrônica. Pra dançar (do jeito que você preferir) pela casa: Becoming, Cocoon e Flashed Junk Mind.

Vocês acharam que acabou? Não, não, calma que tem mais um mulherão da porra nessa lista amiga. Juro que vocês não vão se arrepender.

(Imagem: Google)

Esse rock aqui tem uma pitadinha de reggae e blues, e um mulherão que meu padinpadiciço… sensacional. Sério, eu nem tenho palavras pra explicar quem é a Tash Sultana, só digo uma coisa, escutem e tirem suas próprias conclusões: Mystik, Jungle e Murder to the Mind.

Pra finalizar essa listão, trago o último gênero musical, mas não menos importante.

Tem algum fã de Hip-hop e suas vertentes aí? Espero que sim, porque tem uma galera boa por aqui.

(Imagem: Google)

Quero começar falando do Chance The Rapper que eu acredito que tenha muita gente que conheça, mas que também tenha muita gente que não faz a mínima ideia de quem seja. Bem, Chancelor Bennet é de Chicago e é um dos maiores nomes do Rap por lá. Suas músicas trazem um pouco de R&B, Funk, Trap, House Music, Soul e mais um bocado de vertentes dentro da black music – além do próprio Rap em si. Pra escutar todo dia: All Night, No Problem e Finish Line / Drown.

(Imagem: Google)

Esse aqui é meu favoritinho, e ele merece muito todo o reconhecimento que vem ganhando desde o finalzinho do ano passado, por conta do VMA (Video Music Awards) onde ganhou o prêmio Revelação do Ano. Khalid é cantor e compositor, e trás em suas criações uma base genial de R&B contemporâneo. Pra virar fã: Young, Dumb & Broke, Saved e Let’s Go.

Antes que acabe esse texto e você siga sua vida, siga levando essa incrível mulher na sua playlist (e no coração).

(Imagem: Google)

Ao fazer uma pesquisa rápida para saber um pouco mais sobre a Jesuton, tive a surpresa em descobrir que ela vive aqui no Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro, e escolheu nosso país para morar e se desenvolver artisticamente. No início, a britânica cantava nas ruas do Rio de Janeiro fazendo covers para chamar a atenção das pessoas, e hoje está ganhando espaço e destaques em festivais. Seu primeiro álbum autoral foi lançado ano passado, intitulado “HOME” e em Novembro (2017) ela lançou um mini-documentário (clique para assistir) apresentando-se oficialmente ao mundo. Antes de assistir ao doc, venha se arrepiar escutando: Cuidar de Mim, Don’t Look Any Further (com o rapper Marcelo D2) cover de Dennis Edwards e o cover maravilhoso da música Let’s Get It On / Sexual Healing, do Marvin Gaye.

 

Espero que vocês tenham gostado das indicações. Para escutar todas as músicas mencionadas nesse texto, é só conferir o QG do Ret lá no Spotify.

Evelyn Rachid

Author Evelyn Rachid

Evelyn desde 1996 e Rachid desde 2010. Estudante de Jornalismo, que também quer ser artista plástica. Natural de Belém do Para, também é mineira, brasiliense, pernambucana e, atualmente, paulistana. Adora frio, sorvete, Frédéric Chopin, abraços apertados e sorrisos. Deboísta, arretada e louca. Não entende nada de signos. Ama falar sobre música, cinema e literatura.

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